
(esta foto nao é minha)
Este texto pretende resumir a Carta Internacional dos direitos das Acompanhantes Independentes e dos seus Clientes (international charter of the rights of independent escorts and clients).“Uma acompanhante é uma mulher que, como todas as mulheres, tem bons e maus momentos ao longo da sua vida pessoal e profissionalmente. Pode esperar de uma acompanhante, ao optar por um encontro, da indicação dos prazos e execução das condições que foram acordadas com você. Por outro lado, quando você estiver com uma acompanhante deve dar-lhe, também, a sua atenção e dignidade que ela tem de ganhar como ser humano em sua condição feminina e como profissional.O tempo para estar com uma acompanhante deve ser agradável para ambas as partes. Se você lhe prestar mais atenção ela acabará por lhe responder da mesma forma. Dê importância aos preliminares do primeiro contacto, por telefone, uma conversa informal pode estender mais tempo do que é habitual, e deixar claro as condições para um encontro e para evitar mal-entendidos. Certifique-se de usar um número identificado. Uma profissional acompanhante não irá divulgar o seu contacto a terceiros, nem o irá utilizar, salvo se expressamente solicitada por você. Um telefonema identificado é um sinal de confiança para a acompanhante. Diga-lhe um nome, idade e a área profissional pois pode ser um caminho para um primeiro contacto telefónico e você assim já está a dar um “futuro melhor” ao seu encontro.Ao encontrar pessoalmente a acompanhante tenha preparado o pagamento dos honorários acordados. É sugerido que seja realizado em envelope aberto, logo no início, de forma a evitar a tensão associada ao facto de garantir a boa recepção do valor, que é devido. Deixando, então, esse pormenor de lado e não pensando mais no assunto irão partir para o que previamente concordaram. Num encontro profissional este é o momento para o que acordaram decorra. Se algo acontece, um contacto próximo, por exemplo, vai ser por mútuo consentimento entre as partes. Se isso ocorrer, por favor, tenha em mente que a Organização Mundial da Saúde classifica quaisquer contactos sem a protecção de preservativos no grupo de risco.”
Ele há coisas que me deixam revoltado pela injustiça, umas vezes cruel e outras preconceituosa e irracional, que lhes está subjacente. Refiro me a declarações como a que aqui referes ou como as dos Direitos das Mulheres, dos Direitos dos Animais, dos Direitos das Crianças e tantas outras... Deixámos de ser "homo sapiens", transformámo nos em "homo erectus"... Que tristeza!!!
ResponderEliminarRicardo, nao percebi muito bem o teu comentario..
ResponderEliminarpodes explicar sff?
xuaccc
olá laura sem me dar conta de como nem porquê deparei-me com o teu blogue,comecei a ler e mesmo que quisesse parar não teria conseguido pois fiquei preso nos teus textos,gostei da maneira como te descreves,deves ser uma mulher bastante interessante,eu acompanhei a história de raquel pacheco(bruna surfistinha),comprei todos os seus livros,que li até á exaustão,e é pena não teres nenhum editado pois compraria igualmente,eu li e adorei o doce veneno do escorpião e diário de uma garota de programa,há sou o miguel!tenho-te no meu hi5,sou o fast furious,tou ligado ao mundo do tuning,visitei teu perfil e gostei quem sabe podemos trocar algumas palavras e um destes dias visitar-te:)...beijinhos e td de bom
ResponderEliminarLaura, :)
ResponderEliminarO que eu quis dizer foi que me revolta a necessidade de "esfregar na cara" a biliões de "homo erectus" (vulgo "sem neurónios" :)) que há direitos inalienáveis que não deveria ser preciso estarem escritos para serem universalmente reconhecidos. São direitos intrínsecos à natureza, tanto de qualquer ser humano como de qualquer ser vivo... :) É revoltante ver que, infelizmente, esta é a triste realidade...
Beijinho!